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“Ou qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a achar?
E achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma perdida.” (S.Lucas 15:8-9).
Isto parece uma escritura muito estranha para se falar da Segunda Vinda de Cristo, porem ela está falando da Sua Segunda vinda.
Este é um dos textos mais vitais em toda a Sagrada Escritura. Não há nada tão importante quanto a Segunda Vinda de Cristo.
Se Ele não vem, então seremos falsas testemunhas. Os mortos que estão nos sepulcros estão perdidos e nenhuma esperança resta para nós.
A Segunda Vinda é tão importante que mesmo Jesus se aproximando da Páscoa (Semana Santa), estando à sombra da cruz, Ele falou mais sobre a Sua Segunda Vinda do que sobre a Sua morte, sepultura e ressurreição.
Há muito mais Escrituras no Velho Testamento sobre a Segunda Vinda de Cristo, do que da Sua Primeira Vinda. Agora depois de haver sido feita a RECONCILIAÇÃO, tudo para a raça humana descansa solenemente na Segunda Vinda do Senhor.
Temos religiões diferentes, motivos diferentes, teologias diferentes, mas a nossa religião cristã é baseada unicamente sobre a morte, sepultamento, ressurreição e Segunda Vinda do Senhor Jesus Cristo.
O mundo está louco, em pânico, os governos não têm controle mais da situação. Nem ditaduras, nem democracias conseguem controlar a convulsão social. Não resta nenhuma esperança a não ser a Segunda Vinda de Cristo.
Para o descrente e pecador este é um dos tempos mais horríveis que ele jamais tem visto, porque o tempo da condenação está às portas. POREM PARA O CRENTE É O TEMPO MAIS ABENÇOADO, POIS SUA REDENÇÃO ESTÁ PRÓXIMA.
Há duas facções hoje na terra: o crente e o descrente. Um, o Senhor virá buscar; porem o outro o Senhor virá para condenar. Sua vinda irá abençoar um e amaldiçoar o outro.
Certa vez os discípulos de Jesus, com olhos carnais apontaram a Ele o templo da cidade de Jerusalem, o grande templo onde Deus, em Sua Glória Shekinah, tinha aparecido no Santuário. Eles lhe disseram como a inteligência divina tinha feito aquilo. Como as pedras foram cortadas de várias partes do mundo e juntadas, Em quarenta anos de construção não houve o ruído de um serrote e nem batidas de martelo. Eles contaram como Deus veio sobre os Querubins mostrando a Sua Glória.
Em outras palavras eles tinham grande esperança na igreja. Tinham orgulho daquilo. O Deus sobrenatural tinha atuado visivelmente naquela construção.
Porem Jesus lhes disse para não olharem todas essas coisas, muito embora aquele lugar fosse um lugar santo, a habitação do Senhor.
Jesus disse: “Não olhem essas coisas, pois eu tenho algo a lhes dizer que é milhares de vezes melhor do que isto; Está vindo o tempo quando não haverá pedra sobre pedra”.
Quando Jesus lhes disse isso, eles perguntaram: “Qual será o sinal da aproximação do fim do mundo?”
Então Jesus começou a falar que o tempo virá quando não haverá pedra sobre pedra, ouvireis de guerras e rumores de guerra, pestes e terremotos em diversos lugares.
Em seu discurso Jesus falou da parábola da figueira (S.Lucas 21:29). “E quando virdes estas coisas se realizarem sabeis que o tempo está próximo” (Mat. 24:32).
Todos sabemos que a figueira representa a nação judaica.
Ele profetizou que os muros de Jerusalém seriam pisados pelos gentios até que a dispensação gentia fosse findada. Os muçulmanos têm tomado conta da cidade. Vejamos a crise que existe hoje; como Ismael e Isaque estão um na garganta do outro justamente em Jerusalém onde foi predito que seria.
A aproximadamente 70 anos atrás não havia quase nenhum judeu em Jerusalém, pois eles foram espalhados pelo mundo. Contudo, exatamente como Deus fez no Egito Ele fez de novo. Ele endureceu o coração de Mussolini e os judeus foram expulsos da Itália. Endureceu o coração de Adolf Hitler e eles foram expulsos da Alemanha. Endureceu o coração de Joseph Stalin e eles foram expulsos da Rússia.
E lá está novamente. A mais antiga bandeira do mundo tem sido hasteada novamente no seu lugar. Para lá voltaram sob asas de águia (avião) como tinha visto o profeta a cerca de 3000 anos antes. O profeta viu esses aviões aterrissando, pegando-os e levando-os de volta nas asas de uma águia. Ele não sabia como chamar esses aviões, eles lhe pareciam justamente como águia.
Então, no meio daquela guerrilha toda, para libertar da invasão gentia (ingleses e outros) a eles era perguntado: “Vocês voltaram à Pátria para morrer?” Eles disseram: ”Não. Temos voltado para ver o Messias”. E eram todos velhos jovens e crianças.
Crentes, é mais tarde do que pensamos. Nós não vamos à igreja somente para ocuparmos um banco. Não vamos apenas para escutarmos um bom sermão, ou música bonita góspel. Nós vamos à igreja para verificarmos com Deus a salvação da nossa alma, pois o dia da redenção está aqui.
Jesus comparou isto a uma certa mulher. E vemos no texto de Lucas 15, que o marido dessa mulher tinha saído e ela tinha perdido uma das drácmas do seu diadema.
Tentarei explicar isto.
Hoje em dia, na nossa cultura, uma mulher casada deve usar uma aliança como sinal de que ela é casada. Isto é um sinal para que outros homens saibam, que ela é casada, que ela já tem um marido.
Naqueles dias porem não tinham alianças, elas tinham um diadema que elas colocavam em volta de suas cabeças. E, aquele diadema tinha dez drácmas. Nenhum homem poderia mexer com elas e nenhum rapaz poderia flertar com elas, pois elas estavam casadas.
Cada drácma daquelas significava uma virtude daquela mulher. A primeira significava o amor dela para com o marido. A Segunda significava a fidelidade para com ele. A terceira a virtude de viver limpa para ele e assim por diante a Quarta, a Quinta e até a décima. E aí teríamos um outro estudo, porem este é sobre a drácma perdida.
Devemos sempre trazer em mente que mulher na Bíblia representa a igreja e a igreja é uma esposa dada em casamento a Cristo.
O diadema que a Igreja de Cristo deve usar está em Gálatas 5:22 os quais são: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Este é o diadema da igreja.
É provável que já era lá pelo anoitecer que aquela mulher tinha perdido uma daquelas drácmas.
Oh! se há um tempo quando a igreja deveria fazer um inventário para ver se está usando todas as drácmas, deveria ser agora. Está escurecendo, as próprias nuvens da destruição estão pairando sobre a terra. Pecado e corrupção estão por todos os lados. Nós estamos vivendo um tempo tremendo, quando há tanta perversidade.
As pessoas vão à igreja fingindo ser crentes. Vão à igreja para tentar esconder o ódio. Vão à igreja professando o cristianismo e vivendo como o resto do mundo, bebendo, fumando, jogando. As mulheres se vestem de maneira imoral, se vestem publicamente com roupas que não deveriam usar em seus quartos. No entanto, saem assim pelas ruas. Amor fraternal é uma coisa quase passada. Nós não temos perdido só uma drácma, mas temos perdido praticamente todas elas.
Então estava aproximando o anoitecer quando o marido desta mulher iria voltar. Se ele a encontrasse sem uma drácma, aquilo indicaria que ela havia sido marcada e condenada como uma prostituta.
Se ela tivesse se pervertido de qualquer modo e havia sido vista pelo povo, levavam-na perante o sacerdote junto com testemunhas e sendo ela mulher casada o sacerdote tirava uma drácma, significando assim que ela tinha feito algo errado. Dependendo do tipo de erro era tirado a drácma correspondente.
Quando o marido dessa mulher voltava para casa e a via sem uma drácma ele divorciava-se dela imediatamente e não teria mais nada com ela.
No entanto, esta mulher da parábola de Jesus não tinha feito nada de errado e estava anoitecendo quando ela percebeu que havia perdido uma drácma. Estava na hora do marido dela voltar, pois estava ficando tarde. Estava escurecendo, pois ela precisou acender uma candeia (LÂMPADA para os meus pés é a Tua PALAVRA E LUZ para o meu caminho).
Essa mulher não só acendeu a candeia como também pegou uma vassoura e começou a fazer uma limpeza geral. A luz da candeia lhe servia para ver onde tinha sujeira e ela foi varrendo. Seu marido estava às portas. Ela não era culpada, foi num momento de descuido que a sua drácma se foi. Ela tinha se mantido fiel o tempo todo, mas sua drácma não estava lá.
E ela começou a varrer, a varrer, a varrer e foi colocando prá fóra todo o rancor, toda a raiva, todo o ódio, todo o relaxo, toda a negligencia, toda a novela, todo o baralho, todo o futebol, toda a revista pornográfica, todo site pornográfico, todo ato libidinoso, todo programa imundo de TV, toda locação de filme pornográfico, toda a roupa imoral para uma crente, todo banho misto em clubes e praias com exibição de corpos praticamente desnudos, toda a preguiça de orar, toda a preguiça de ler a Bíblia, toda a preguiça de ir à igreja, toda a diferença com o irmão, com o pastor, com os diáconos da igreja, todo o olhar duvidoso, carnal, toda a cobiça no escritório, na escola, na rua, toda a piada suja, toda intimidade com outras mulheres, toda a intimidade com outros homens, conversas maliciosas. E ela foi varrendo, cada vez com mais pressa, seu marido estava chegando. Se ele a encontrasse faltando uma drácma ele a deixaria, ele a repudiaria.
Irmãos, se existe um tempo em que a igreja do Deus Vivo (o corpo místico) tem que fazer um inventário é agora. Ela deve estar acendendo a candeia verdadeira do Evangelho Completo, original, apostólico, mesmo que pareça arcaico, mesmo que pareça desatualizado com o nosso modernismo, com a nossa maneira de ver intelectualmente as coisas. Devemos nos examinar individualmente para descobrirmos se estamos em falta.
A vinda de Cristo está próxima.
Não existe nenhuma outra esperança no mundo para a igreja. No entanto, ela já não tem mais consciência. Você quase não pode acordá-los. A Bíblia diz que eles iriam chegar a essa condição, quando iriam dizer: “O meu Senhor tarde virá” (Mat. 28:48).
É chegada exatamente aquela hora. Tudo está pronto. As páginas estão viradas, está tudo pronto para a Vinda do Senhor.
Essa mulher teve um tempo de limpeza doméstica. Ela escovou o assoalho, varreu as paredes, tirou as teias de aranha, até que encontrou o que estava perdido. E, quando ela encontrou, chamou suas igrejas irmãs para virem. Ela chamou na ressurreição as igrejas vizinhas das eras de Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes e Filadelfia (Apoc. 2). Ela chamou para comemorar com festa.
Não importa se você é Metodista, Batista, Presbiteriano, Pentecostal, vamos nos regozijar juntos. O tempo virá quando a igreja achará o seu amor fraternal, sua decência sagrada e o seu lugar em Cristo.
Deus não fez Eva de um monte de terra. Ele a tirou do lado de Adão. Assim é a Igreja, ela foi tirada do lado de Cristo no Calvário. Ele se ausentou um momento, porem está voltando.
E quando um homem volta do trabalho, cansado e encontra em casa sua amada esposa tão bonita e limpa. Ela o cumprimenta, beija-lhe a face, se assenta em uma cadeira e depois ela se assenta no seu colo, põe seus braços em volta de você e aí parece até que o cansaço se foi. Algo te anima. Aquilo é algo que Deus te deu para este fim. É a sua querida e fiel esposa.
Porem se aqueles lábios têm beijado outro homem naquele dia, ou num outro dia. Se seus braços abraçaram outro homem e você sabe disso, ela então é uma abominação para você quando se assenta no seu colo.
Aquele beijo queima como o beijo de Judas. Você preferiria que aqueles braços não estivessem ali em sua volta. Não importa o quão bela e adornada ela esteja. Não importam quão formosos são seus templos, suas catedrais, seus corais, suas obras sociais, hospitais, orfanatos, universidades, etc., aquilo não importa.
Quando nós vamos à igreja, pode ser que tenha os melhores bancos, a torre mais alta, o melhor orgão da cidade, pode ser que tenhamos a melhor roupa, o melhor carro, pode ser que cantemos como um canário; mas com tudo isso, se ainda estamos flertando com o mundo, o nosso louvor, a nossa adoração, a nossa oração, é como o beijo de Judas em Cristo.
Ele não quer mais nada conosco. Ele olha no nosso diadema e nota a drácma faltando. Ele descobre que o amor já se foi. Nós temos cometido fornicação com o mundo quando freqüentamos ambientes suspeitos, quando vamos a cultos-show de rock and rool, quando assistimos a programas imundos na TV, etc. Nós estamos sendo infiéis à Cristo e ainda temos coragem de chamá-LO de esposo?
Já é tempo de acendermos a Candeia e varrermos nossa casa, pois a Vinda do Senhor é chegada.
Cristo é a PALAVRA. Cristo é a BÍBLIA SAGRADA.
De nada adianta termos intimidades com MAGISTÉRIO, TRADIÇÃO, PAPA, CREDO, DOGMA, DENOMINAÇÃO. Isso é flertar com outro marido. Isso tira nossas drácmas dos nossos diademas e seremos encontrados infiéis.
Mas o Espírito a e Noiva dizem: MARANATA! Ora vem Senhor Jesus.
Amém.
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Edison
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Re: A DRÁCMA PERDIDA - Lucas 15:8-9
Data: 12/07/08 às 20:46
é verdade edson,tem muita gente que conhece ´´palavra do SENHOR``,mais não conhece O SENHOR DA PALAVRA,por isso vivem sem intimidade com DEUS,quanto mais intimidade,mais se conhece,mais se sabe da pessoa JESUS,foi como joao mais perto de JESUS mais se sabia,mais era revelado,MARANATA.ALELUIA
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Re: A DRÁCMA PERDIDA - Lucas 15:8-9
Data: 07/08/10 às 18:16
Parabéns mano Edilson;muito edificante,estava pesquisando acerca das dracmas e me deparei com esta intervenção sua muita sensata e coerente. Que nós Cristão sepalinos possamos encotrar a nossa dracma perdida! Shalom.
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JS
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Re: A DRÁCMA PERDIDA - Lucas 15:8-9
Data: 07/08/10 às 22:10
Se Ele não vem, então seremos falsas testemunhas. Os mortos que estão nos sepulcros estão perdidos e nenhuma esperança resta para nós.
Sim, isso é exatamente o que Paulo disse aos Coríntios em 1Co 15:18,19.
E é esta a nossa esperança: a ressurreição dos mortos.
Os imortalistas, porém, pensam que os homens estão vivos na forma desencarnada e são imortais, portanto a ressurreição é inútil...
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Re: A DRÁCMA PERDIDA - Lucas 15:8-9
Data: 09/08/10 às 19:34
Em Lucas 15, encontramos um conjunto de parábolas afins, que tratam do mesmo assunto: de coisas que perdemos e da busca que precisamos empreender para encontrá-las. Podemos chamá-las de parábolas irmãs: a parábola da ovelha perdida, da dracma perdida e do filho perdido. Em todas elas, ao final, quando aquilo que era objeto da procura diligente dos envolvidos é encontrado, tem-se um motivo de alegria para os outros (os outros são convidados para se alegrar). Em outras palavras, aquilo que Deus realiza em nós, aquilo que nos é restituído acaba por beneficiar, principalmente, os outros. Com a parábola da dracma perdida, a Palavra de Deus nos ensina que começamos a perder o noivo (Jesus) dentro de nossa casa. E o que nos faz perdê-lo não são grandes coisas, mas uma soma de pequenas coisas, e tudo isso dentro de casa. Nos dias em que esta história foi contada, havia um costume que funcionava como uma aliança entre os noivos.
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JS
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Re: A DRÁCMA PERDIDA - Lucas 15:8-9
Data: 10/08/10 às 16:18
Em Lucas 15, encontramos um conjunto de parábolas afins, que tratam do mesmo assunto: de coisas que perdemos e da busca que precisamos empreender para encontrá-las. Podemos chamá-las de parábolas irmãs: a parábola da ovelha perdida, da dracma perdida e do filho perdido. Em todas elas, ao final, quando aquilo que era objeto da procura diligente dos envolvidos é encontrado, tem-se um motivo de alegria para os outros (os outros são convidados para se alegrar). Em outras palavras, aquilo que Deus realiza em nós, aquilo que nos é restituído acaba por beneficiar, principalmente, os outros. Com a parábola da dracma perdida, a Palavra de Deus nos ensina que começamos a perder o noivo (Jesus) dentro de nossa casa. E o que nos faz perdê-lo não são grandes coisas, mas uma soma de pequenas coisas, e tudo isso dentro de casa. Nos dias em que esta história foi contada, havia um costume que funcionava como uma aliança entre os noivos.
Drácma perdida! Bom tema! E muito bom o assunto! Cadê o velho mano Edilson? Eu stou achando que ele tá procurando a Dracma perdida!!