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“...todos unanimemente levantaram a voz, clamando por espaço de quase duas horas: Grande é a Diana dos efésios” (At 19.34)
Em dado momento, abrem-se par em par as portas de cipreste do templo. As multidões que convergiam de todas as partes da Ásia Menor, da Galácia, da Capadócia, da Macedônia e da Acaia, tanto sãos como enfermos, aleijados com as suas muletas, cegos guiados por crianças, paralíticos carregados em padiolas, se comprimem entre as colunas fronteiras à fachada. Todos esperam o momento de erguer-se o véu da deusa.
“Um longo clangor de trombeta, um rápido estrurgir de tambores e, em seguida, um intervalo de silêncio. Uma nuvem de incenso paira na praça. Dentro e fora do templo os fiéis se prosternam retendo o fôlego. O véu de seda é lentamente retirado. Sobre o pedestal de mármore negro, cercado de misteriosos hieróglifos indecifráveis, ergue-se a deusa Diana de Éfeso, que Apolo enviou do céu à terra.
“No momento em que foi desvendado, um brado comovido se propagou do salão para o pórtico e do pórtico para a praça, onde milhares de fiéis estavam prostrados em terra.
- Viva a grande Diana dos efésios!
“Um êxtase de esperança e de temor dominou a multidão que se quedou de olhos fechados, lábios contraídos e frontes a se tocarem uma nas outras... Levantando-se então os fiéis seguiram de roldão para as portas do templo. Os cegos, os coxos e os enfermos avançavam como podiam, com os pés ou de rastos, em direção à deusa que não viam, amparando-se uns aos outros e gritando suas orações. Aqui e ali vozes delirantes soavam:
– Milagre! Milagre! O coxo está caminhando! O enfermo desceu da cama!
“A esses brados saía do templo um grupo de sacerdotes e, atravessando a multidão, eles reuniam as muletas jogadas fora, para pendurá-las como troféus nas paredes do templo, em homenagem à grande deusa Diana”.1
Com essas palavras, o escritor judeu-cristão polonês, Sholem Asch, descreveu o culto à deusa Diana, tão popular na região da Ásia Menor, nos primórdios da Era Cristã. Como podemos conferir, qualquer semelhança com os cultos modernos às chamadas “Nossas Senhoras” não é mera coincidência, mas perpetuação de uma milenar tradição de culto a deusas, hoje disfarçada com matiz cristã. E não estamos falando de uma pequena seita obscura, existente em algum povo atrasado em um país exótico, mas de uma religião que possui milhões de adeptos, com uma força de devoção que chega à beira da loucura: o “marianismo”.
E não é preciso ser teólogo para perceber isso. Qualquer conhecedor de História pode constatar. Em uma revista de circulação nacional foi publicada uma matéria com o título: “No princípio, eram as deusas”. O texto se desenvolve da seguinte forma: “As deusas só foram destronadas com o advento das religiões monoteístas, que admitem um só deus, masculino. Com a difusão do cristianismo, as antigas deusas são banidas do imaginário popular. No Ocidente, algumas acabaram associadas à Virgem Maria, mãe do Deus dos cristãos, outras se transformaram em santas... Nos primeiros séculos cristãos, Ísis passou a ser identificada com Maria”. O historiador Will Durant em sua História da Civilização diz: “O povo adorava-a (Isis) com especial ternura e erguia-lhe imagens, consideravam-na Mãe de Deus; seus tonsurados sacerdotes exaltavam-na em sonoros cantos...e mostravam-na num estábulo, amamentando um bebê miraculosamente concebido...Os primitivos cristãos muitas vezes se curvavam diante das estátuas de Ísis com o pequeno Hórus ao seio, vendo nelas outra forma do velho e nobre mito pelo qual a mulher , criando todas as coisas, tornou-se por fim a Mãe de Deus (grifo do autor) 2 ”.
Status de deusa
O paganismo não se conformou em ficar sem suas deusas. Assumindo características culturais e étnicas de cada nação, o culto à deusa Maria foi se adaptando à devoção popular com uma versatilidade incrível. Desde suntuosos santuários até silhuetas em vidros e grãos de milho, inúmeras aparições no mundo inteiro dão status de deusa a estas supostas aparições, incorporando-as ao acervo popular de inúmeras nações.
No Brasil, a chamada “Senhora Aparecida” possui traços raciais negros e seu culto está muito ligado à cultura afro. Seu santuário, na cidade de Aparecida, chega a receber 6,5 milhões de visitantes por ano. Em Portugal, a deusa Maria, conhecida como “Senhora de Fátima”, assume características raciais européias, bem como a “Senhora de Lourdes”, na França. Elas recebem, respectivamente, cerca de 4,2 milhões e 5,5 milhões de visitas por ano. Entre outras divindades nacionais, ainda podemos citar a “Senhora de Guadalupe”, no México, e a “Senhora da Estrela da Manhã”, no Japão.
Não é óbvio presumirmos que as antigas divindades tutelares reverenciadas no passado apenas mudaram de nome? Diana para os efésios, Nun para os ninivitas, Ishtar para os babilônios, Kali para os hindus e, assim, continuam sendo cultuadas por meio de um pseudocristianismo.
Além de divindades nacionais, o marianismo assume características regionais e funcionais, assenhoreando-se de cidades e regiões, assumindo diferentes nomes e funções. Assim, temos no Brasil a “Nossa Senhora do Monte Serrat”, “Nossa Senhora do Rosário”, “Nossa Senhora das Dores”, “Nossa Senhora das Graças” e “Nossa Senhora do Parto”, entre outras. Na verdade, muito do que as estatísticas chamam de cristãos não passam de grosseiros pagãos, aprisionados por superstições e servindo a falsos deuses.
Curiosa é a descrição da deusa Diana feita por R.N. Champlin. Esse renomado teólogo diz que a deusa Diana e a deusa Maria se confundem, o que torna difícil encontrar a diferença entre a “Diana dos efésios” e a “Maria dos efésios”. Em 431 d.C., a idolatria tornava a entrar pela porta de onde saíra: “Em Éfeso ela recebeu as mais altas honrarias. De acordo com uma inscrição existente no local, ela trazia estes títulos: Grande Mãe da Natureza, Patrocinadora dos Banquetes, Protetora dos Suplicantes, Governanta, Santíssima, Nossa Senhora, Rainha, a Grande, Primeira Líder, Ouvidora...”2 (grifo do autor). A ascensão de Maria
Segundo o catolicismo, “finalmente, a Imaculada Virgem, preservada imune de toda mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celeste. E para que mais plenamente estivesse conforme a seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da morte, foi exaltada pelo Senhor como Rainha do universo. A assunção da Virgem Maria é uma participação singular na ressurreição de seu Filho e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos”.3
Qualquer conhecedor das Escrituras fica aborrecido diante de tamanha distorção. A humilde camponesa de Belém, que singelamente aceitou sua missão de ser a mãe de Jesus, foi, ao longo dos séculos, transformada em uma divindade pagã.
Em toda a Bíblia, a figura de Maria não recebe qualquer posição especial com relação a Jesus ou ao plano de salvação:
• Jesus não a chamava de mãe, mas de mulher (Jo 4.4; 19.26);
• Aos que a definiram como sua mãe Ele fez questão de mostrar que seus familiares são os seus seguidores (Mt 12.46-50);
• Quando quiseram atribuir alguma honra a Maria pelo fato de ter dado à luz a Jesus, Ele fez questão de mostrar que há honra maior em obedecer a Deus (Lc 11.27-28);
• Nenhum dos apóstolos fez qualquer menção a ela, seja Paulo, Pedro, Tiago, João ou Judas.
Mas quando olhamos para o marianismo, não vemos apenas uma ascensão física, mas uma ascensão de importância que vem, através dos séculos, transformando a mãe de Jesus na figura central do Catolicismo e, conseqüentemente, da fé popular.
Como isso foi possível? Como a Igreja Católica pôde transformar uma figura que não recebeu nenhum destaque no Novo Testamento na peça mais importante de sua religião? Como essa igreja conseguiu, em nome do Cristianismo, desobedecer ao mandamento tão claro: “Não terás outros deuses diante de mim?” (Êx 20.3). A tolerância, no entanto, é uma faca de dois gumes que, se exagerada, pode permitir que uma virgem se torne uma meretriz: “Mas tenho contra ti que toleras a Jezabel, mulher que se diz profetisa. Com o seu ensino ela engana os meus servos, seduzindo-os a se prostituírem e a comerem das coisas sacrificadas aos ídolos” (Ap 2.20). Quando os verdadeiros crentes precisaram tomar uma atitude mais severa, eles se calaram e a conseqüência disso foi a forte idolatria que se camuflou com o título de cristianismo. Assim, com o passar dos anos Maria foi acumulando títulos, adquirindo mais prestígio do que a própria Trindade.
Além da conhecida designação de “Nossa Senhora”, ela recebeu outras nomeações, como Medianeira, Imaculada (sem pecado), Mãe dos Homens, Mãe da Igreja, Rainha dos Céus, Co-redentora etc. A força de seu culto supera qualquer outro movimento dentro do Catolicismo.
A mariolatria continua mais forte do que nunca
A devoção às deusas do catolicismo cresceu nas últimas décadas e continua crescendo. Por meio de abaixo-assinado na internet para pressionar o papa João Paulo II a conceder a Maria de Nazaré o que os católicos chamam de “Quinto Dogma”, cinco milhões de assinaturas já foram levantadas. O “Quinto Dogma”, título oficial de co-redentora da humanidade, confere à santa a posição de quarta pessoa da Trindade.
O movimento que busca essa “conquista” chama-se Vox Populi Mariae Mediatrice e é liderado pelo “teólogo” Mark Miravalle, professor da Universidade Franciscana de Steubenville, no estado de Ohio, EUA. Pelo menos 500 bispos e 42 cardeais já assinaram o abaixo-assinado, conforme matéria publicada pela revista Tudo em setembro de 2001.
O papa atual foi e é um dos grandes fomentadores desse culto idólatra. O lema de seu brasão de pontificado, Totus tuus, significa sua entrega total a Maria. Sua primeira viagem, 13 dias após a eleição, foi a um santuário mariano nas proximidades de Roma. Desde então, o papa não perde a oportunidade de reafirmar seu culto à mãe de Jesus e de lembrar que foi “Nossa Senhora de Fátima” quem o salvou do atentado a tiros que sofreu em 1981.
No século XX, foram registradas em todo o mundo cerca de 200 supostas aparições da virgem Maria. Os dogmas da imaculada conceição e da assunção de Maria, proclamados no século XIX, colaboraram para todo esse entusiasmo.
Lamentamos o fato de que a humilde Maria não tem nenhuma culpa em toda essa idolatria cometida em seu nome. Com certeza, as rezas, os cânticos, os sacrifícios e as promessas não vão para ela que, assim como os demais servos do Senhor, também está aguardando a ressurreição dos mortos. A história do concílio de Éfeso
O concílio de Éfeso não instituiu a adoração a Maria, apenas sancionou-a. Até então se tratava de um sentimento religioso popular. Depois disso, passou a ser matéria teológica. Pior que uma prática idólatra permitida é uma prática idólatra teologicamente defendida. E foi justamente isso que esse concílio significou para o cristianismo: o passaporte de entrada da deusa Diana para dentro da Igreja Cristã.
Hoje, fala-se muito do concílio de Éfeso como “uma questão cristológica”. O que estava em jogo não era se Maria deveria ser chamada de mãe de Deus ou não, mas se o Filho nascido dela possuía apenas a natureza humana ou as duas naturezas: a humana e a divina. O resultado positivo foi o estabelecimento da natureza hipostática de Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
Mas a deturpação veio de carona. Todo o ambiente que cercou esse Concílio foi repleto de intrigas, corrupções, ódios e idolatria, mais especificamente idolatria mariana. O historiador Edward Gibbon referiu-se ao concílio de Éfeso como um “tumulto episcopal, que na distância de treze séculos assumiu o venerável aspecto de Terceiro Concílio Ecumênico”.4
Nestor, patriarca de Constantinopla, se recusava a conferir o título de “Mãe de Deus” a Maria. “Na Síria, a escola de Nestor tinha sido ensinada a rejeitar a confusão das duas naturezas, e suavemente distinguir a humanidade de seu mestre Cristo da divindade do Senhor Jesus. A bendita virgem era honrada como a mãe do Cristo, mas os seus ouvidos foram ofendidos com o irrefletido e recente título de Mãe de Deus, que tinha sido insensivelmente adotado desde a controvérsia ariana. Do púlpito de Constantinopla, um amigo do patriarca e depois o próprio patriarca, repetidamente pregou contra o uso, ou o abuso, de uma palavra desconhecida pelos apóstolos, não autorizada pela igreja, e que apenas tendia a alarmar os tímidos”, diz Gibbon (grifo do autor).
Cirilo, então bispo de Alexandria, acusou-o de heresia e tratou rapidamente de convencer Celestino, bispo de Roma, de seu ponto de vista. Para resolver a questão, foi então decidido um Concílio Universal, sediado na cidade de Éfeso, na Ásia Menor, que ficaria acessível tanto por mar quanto por terra, para ambas as partes conflitantes.
Cirilo usou todos os artifícios para persuadir o povo a tomar seu partido. Vejamos o que disse Gibbon a respeito: “O despótico primado da Ásia (Cirilo) dispôs prontamente de trinta a quarenta votos episcopais: uma multidão de camponeses e os escravos da Igreja foram derramados na cidade para sustentar com barulhos e clamores um argumento metafísico; e o povo zelosamente afirmou a honra da Virgem, de quem o corpo repousava dentro dos muros de Éfeso. O navio que havia transportado Cirilo de Alexandria foi carregado com as riquezas do Egito; e ele desembarcou um numeroso corpo de marinheiros, escravos e fanáticos, aliciados com cega obediência sob a bandeira de São Marcos e a mãe de Deus. Os pais e ainda os guardas do concílio estavam receosos devido àquele desfile esplendoroso de roupas guerreiras; os adversários de Cirilo e Maria foram insultados nas ruas ou destratados em suas casas; sua eloqüência e liberalidade fizeram um acréscimo diário ao número de seu aderentes...
“Impaciente com uma demora que ele estigmatizou como voluntária e culpável, Cirilo anunciou a abertura do Sínodo dezesseis dias após a Festa do Pentecoste. A sentença, maliciosamente escrita para o novo Judas (isto é, Nestor), foi afixada e proclamada nas ruas de Éfeso: os cansados prelados, assim que publicaram para a igreja com respeito à mãe de Deus, foram saudados como campeões, e sua vitória foi comemorada com luzes, cantos e tumultos noturnos.
“No quinto dia, o triunfo foi obscurecido pela chegada e indignação dos bispos orientais (do partido de Nestor). Em um cômodo da pensão, antes que ele tivesse limpado o pó de seus pés, João de Antioquia tinha dado audiência para Candidian, ministro imperial, que relatou seus infrutuosos esforços para impedir ou anular a violenta pressa dos egípcios. Com igual violência e rapidez, o Sínodo Oriental de cinqüenta bispos degradou Cirilo e Memnon de suas honras episcopais; condenou, em doze anátemas, o mais puro veneno da heresia apolinária; e descreveu o primado alexandrino (Cirilo) como um monstro, nascido e educado para a destruição da igreja.
“Pela vigilância de Memnon, as igrejas foram fechadas contra eles, e uma forte guarnição foi colocada na catedral. As tropas, sob o comando de Candidian, avançaram para o assalto; as sentinelas foram cercadas e mortas à espada, mas o lugar era inexpugnável; os sitiantes retiraram-se; sua retirada foi perseguida por um vigoroso grupo; eles perderam seus cavalos e muitos soldados foram perigosamente feridos com paus e pedras. Éfeso, a cidade da virgem, foi profanada com ódio e clamor, com sedição e sangue; o sínodo rival lançou maldições e excomunhões de sua máquina espiritual; e a corte de Teodósio ficou perplexa pelas narrativas diferentes e contraditórias dos partidos da Síria e do Egito. Durante um período tumultuado de três meses o imperador tentou todos os meios, exceto o mais eficaz, isto é, a indiferença e o desprezo, para reconciliar esta disputa teológica. Ele tentou remover ou intimar os líderes por uma sentença comum de absolvição ou de condenação; ele investiu seus representantes em Éfeso com amplos poderes e força militar; ele escolheu de ambos os partidos oito deputados para uma suave e livre conferência nas vizinhanças da capital, longe do contagioso frenesi popular.
“Mas os orientais se recusaram a ceder e os católicos, orgulhosos de seu número e de seus aliados latinos, rejeitaram todos os termos de união e tolerância. A paciência do manso imperador Teodósio foi provocada, e ele dissolveu, irado, este tumulto episcopal, que na distância de treze séculos assumiu o venerável aspecto de Terceiro Concílio Ecumênico. ‘Deus é minha testemunha’, disse o piedoso príncipe, ‘que eu não sou o autor desta confusão. Sua providência discernirá e punirá o culpado. Voltem para suas províncias, e possam suas virtudes privadas reparar o erro e o escândalo deste encontro’. “(...) os abades Dalmácio e Êutico tinham devotado seu zelo à causa de Cirilo, o adorador de Maria, e à unidade de Cristo. Desde o primeiro momento de sua vida monástica eles nunca tinham se misturado com o mundo ou pisado no chão profano da cidade. Mas neste terrível momento de perigo para a igreja, seus votos foram superarados por um mais sublime e indispensável dever. À frente de uma ordem de eremitas e monges, carregando archotes em suas mãos e cantando hinos à mãe de Deus, eles foram de seus mosteiros ao palácio do imperador”5 (grifo do autor).
Longe de ser uma disputa teológica, na qual a Palavra de Deus era o padrão da verdade, essa foi uma guerra política, ocasião em que Maria foi proclamada a “mãe de Deus”, iniciando uma ascensão que fez dela a deusa que é hoje.
Nem todas as sutilezas teológicas produzidas pelo catolicismo terão poder de inocentar os milhões apri-sionados na idolatria mariana. Nenhum longo tratado, nenhuma citação da patrística e nenhuma alegação da tradição serão suficientes para apagar dessas almas manchadas o envolvimento com essas entidades que se intitulam “Senhoras”. São mais de quinze séculos de práticas pagãs, justificadas por argumentos ilegítimos, tentando tornar aceitável o inaceitável.
Mas o fundamento de Deus permanece. “Não terás outros deuses diante de mim”, diz o Senhor. E muito menos deusas!
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"Atende à voz do meu clamor, Rei meu e Deus meu, pois a ti orarei. Pela manhã ouvirás a minha voz, ó SENHOR; pela manhã apresentarei a ti a minha oração, e vigiarei." Sl 5:2-3
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ale_paiva
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Re: O culto a deusa mãe
Data: 02/10/08 às 21:29
Os que não são libertos da idolatria pelas escrituras sagradas, talvez o sejam pela história do cristianismo. O problema é que enquanto considerarem papas, cardeais e bispos semi-deuses, não conseguirão escutar a verdade que só há em Jesus. Oremos!!!
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yochanan_fonseca
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Re: O culto a deusa mãe
Data: 07/10/08 às 25:16
Shalom irmãos! Olhem o que vou postar, fala da Mãe de Yeshua, é meio cumprido mais vale a pena.
O Pai de Yeshua Uma Conspiração de Roma contra a Semente de David Por Sha'ul Bentsion I - Introdução Gostaria de começar afirmando de forma completamente taxativa, para que não haja qualquer dúvida, de que nós nazarenos cremos no nascimento de Yeshua-ou-Yahshua (O nome do Messias- que significa em Hebraico= Yah=Yahwéh+Shua=Salvação: “A salvação vem de Yahwéh”) a partir de uma virgem, conforme dizem as Escrituras: "Ora, o nascimento de Yeshua HaMashiach (Yeshua o Messias) foi assim: Estando Miriyam, sua mãe, desposada com Yossef, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido da Ruach HaKodesh (Espírito de santidade) . Então Yossef, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente. E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu o mensageiro de YHWH, dizendo: Yossef Ben David (José filho de David), não temas receber a Miriyam, tua mulher, porque o que nela está gerado é da Ruach HaKodesh. (Matitiyahu/ 1:18-20) (Texto do livro de Mateus em sua composição original, na lingua Hebraica) Contudo, muitas vezes olhamos para um dado texto, e acabamos, de forma inconsciente, lendo mais do que o texto diz. Freqüentemente, repetimos a mentalidade que nos é incutida pelo conceito religioso que permeia a sociedade em que vivemos. Por exemplo, pergunte a qualquer pessoa quantos reis magos teriam visitado a Yeshua, e a pessoa responderá sem titubear: Três! Contudo, as Escrituras jamais afirmam tal coisa. Três foram os presentes trazidos, não o número de visitantes. Além disso, os tais visitantes sequer eram reis. Também não eram "magos", na concepção moderna da palavra, porém podemos dar a isso o desconto de uma tradução mal feita. Mas, mesmo assim, nenhuma tradução afirma que eram três, tampouco que eram reis. Da mesma maneira, quando pensamos no nascimento virginal de Yeshua, freqüentemente assumimos algumas premissas que não necessariamente se verificam na prática. Assumimos, pelo fato de Yeshua ter nascido de uma virgem, que Yeshua jamais teve um pai biológico. Mas, será que as Escrituras afirmam isso de fato? Ou, será que afirmam alguma outra coisa? Neste estudo, pretendemos demonstrar que boa parte do que pensamos acerca do nascimento de Yeshua não vem das Escrituras, mas sim do conceito religioso de um mundo que se acostumou a idolatrar Miriyam, ou melhor dizendo, a "Maria" - caricatura romana da mãe de Yeshua, e se esqueceu de procurar a verdade. Veremos também o quanto boa parte dessa cultura faz parte dos planos de Satan(O Rei das trevas) para enganar os moradores da terra. Além disso, entenderemos também exatamente o motivo das profecias, e a qual a real necessidade do Mashiach nascer de uma virgem, para podermos analisar até que ponto devemos ser dogmáticos, e até que ponto podemos estar abertos para compreendermos a Bíblia sob uma luz de Yeshua HaMashiach. II - A Virgem Conceberá "Suave é o aroma dos teus ungüentos; como o ungüento derramado é o teu nome; por isso as virgens [hebraico. alamot] te amam." (Shir HaShirim/Cantares 1:3) Acerca do termo "alamot" (plural de 'almah'), Rashi comenta: "virgens, uma vez que o texto compara Ele [YHWH] a um jovem cujas amadas nele se comprazem, e conforme a alegoria, as virgens são as nações." Contudo, em Yeshayahu 7:14, que diz: "Portanto o mesmo YHWH vos dará um sinal: Eis que a virgem [hebr. almah] conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Imanu'el." Dessa vez, como se trata de uma profecia que indica que Yeshua é o Mashiach com total e absoluta clareza, Rashi de forma hipócrita diz que o termo se refere a uma jovem, contradizendo ao seu próprio comentário em Shir haShirim (Cantares.) Na realidade, o termo "almah" aparece em diversos trechos do Tanach (Primeiro Testamento) e SEMPRE se aplicando a virgens. A única coisa que impede a sua tradução como "virgem" no texto de Yeshayahu (Isaías) 7:14 por parte dos exegetas judeus tradicionais é justamente o desconforto com o fato de que ela só teria cumprimento em uma única pessoa, a quem a Casa de Yehudá ainda não reconhece. A Peshitta e a LXX são traduções do texto do Tanach (Primeiro Testamento) para o aramaico e para o grego, respectivamente, que antecedem a Yeshua. Vejamos o que elas trazem nesse trecho: A Peshitta nos traz a palavra "B'tultah", que no aramaico é usada com exclusividade para se referir a virgens. O texto grego da LXX também não é muito diferente, trazendo o termo "Parthenos", que também significa virgem, e não jovem. O sinal de que uma virgem daria a luz é absolutamente vital na identificação do Mashiach. Muitas profecias podem ser entendidas como aplicáveis a diversas pessoas. Alguém poderia, como de fato fizeram, se proclamar o Mashiach de Yisra'el, tal como fizeram, historicamente, Bar Kochba e, posteriormente, Sabatai Tsvi. As profecias acerca da data (como nos afirma Dani'el) ou da localidade do nascimento do Mashiach (Beit-Lechem) ainda poderiam ser aplicados a diversos potenciais candidatos. Em uma época tão conturbada pelo domínio romano, em que a ansiedade judaica pela libertação era latente, muitos messias poderiam se levantar, alegando cumprirem algumas das profecias. Contudo, uma profecia se destaca, e que jamais poderia ser forjada. Uma profecia absolutamente inconfundível. Eis o sinal que YHWH nos daria de que Ele se faria tabernacular no mundo: o Mashiach nasceria de uma virgem. A importância da profecia do nascimento do Mashiach a partir de uma virgem deve ser entendida no contexto acima. YHWH escolheu se manifestar através de um sinal claro e inconfundível. III - O Plano de Satan HaSatan e seu império romano, contudo, distorceram por completo o propósito e objetivo dessa profecia, de forma a exaltar Miriyam (na verdade, Maria, uma versão endeusada da mãe judia temente a YHWH de Yeshua.) Desde os primórdios, HaSatan tenta levar o povo de Yisra'el a adorar a Ishtar/Ashtarte, um demônio feminino que é adorado como "a rainha dos céus" "Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira." (Yirmiyahu/Jeremias 7:18) "Ashtarte era a deusa-chefe dos sidônios, dentre os quais era adorada como uma divindade independente, também pelo nome de "Ashtarte do nome de Ba'al" como uma companheira de Ba'al... Como parte do ritual [de adoração a ela], as mulheres eram obrigadas a sacrificar seus cabelos ou sua castidade... Na Babilônia e na Assíria ela era adorada como Ishtar em diversos santuários diferentes, em cada um dos quais a deusa possuía pequenas variações de características... Em Agade, ela era adorada como a esposa de Shamash [deus-sol] e na Babilônia como a de Marduk [chefe do panteão Babilônio.]" (Enciclopédia Judaica) A adoração ao mesmo demônio migrou para a nova religião romana. Ishtar/Ashtarte era adorada no festival da primavera, justamente a data adotada por Roma para a celebração da sua versão da "páscoa" Sobre tal celebração, a Enciclopédia Católica New Advent admite aberta e escancaradamente: "O termo inglês Easter [a páscoa católica] conforme Ven. Bede (De temporum rationale, I, v) está relacionado a Estre [Ashtarte], deusa teutônica do nascer da luz do dia e da primavera... um grande número de costumes pagãos, celebrando o retorno da primavera, gravitaram para a páscoa [católica.]" IV - Nasce a Rainha de Roma Em sua religião sincrética, Roma precisava de algo que pudesse representar o demônio feminino babilônio adorado em seu sistema religioso. O culto a Ishtar/Ashtarate, a Rainha do Céu, precisava continuar. Assim sendo, a Maria católica (versão distorcida de Miriyam), passou a ostentar o título de "Rainha do Céu", tornando-se a representante perfeita do demônio feminino Ishtar/Ashtarte. O seu hino de coroação como rainha, o "Regina Coeli" (literalmente, Rainha dos Céus) tem uma história bastante curiosa. Diz a Enciclopédia Católica New Advent: "diz a lenda que São Gregório o Grande ouviu as primeiras três linhas entoadas por anjos em uma manhã de páscoa [católica] em Roma enquanto andava descalço em uma grande procissão religiosa..."Será coincidência que ele ouviu "anjos" cantando à Rainha dos Céus justamente na época da festa da rainha dos céus, contra qual a Bíblia nos alerta de forma tão veemente? O papa Pio XII na encíclica de proclamação de Maria como rainha, diz: "Desde os tempos mais remotos da igreja católica, o povo cristão, quer em tempos de triunfo ou especialmente em tempos de crise, direcionou orações de petição e hinos de louvor e veneração à Rainha dos Céus... Maria, a virgem mãe de deus, reina com a solicitude de uma mãe sobre todo o mundo, assim como ela é coroada em bênçãos celestiais com a glória de uma rainha." Em outras palavras, traduzindo o que relatou o papa Pio: Desde os primórdios da Babilônia, o demônio feminino conhecido como "rainha dos céus" é adorado por seus súditos. Com o advento do Cristianismo Romano, esse demônio encontrou uma nova roupagem para seguir o seu reinado de trevas nos corações dos incautos. A nova rainha dos céus precisava de mais um aspecto para concluir sua coroação como 'deusa': ela deveria estar completamente livre do pecado, ou de uma "contaminação" por meio de homens. Ela precisava se livrar do seu aspecto mortal, para poder ser adorada como 'deusa.' Para isso, era preciso de alguma forma isentá-la da natureza pecaminosa dos homens. Nasce aí a necessidade da criação do dogma católico do pecado original ou, como é chamado mais modernamente, o "pecado ancestral." Segundo o arcebispo grego ortodoxo Sotirus de Toronto (a igreja católica ortodoxa compartilha com Roma essa tese, bem como o endeusamento de Maria/Ishtar): "o pecado original é hereditário. Ele não permaneceu apenas em Adão ou Eva. A medida que a vida passa deles para seus descendentes, também é passado o pecado original. Todos nós somos participantes do pecado original porque descendemos do mesmo antepassado, Adão." Com essa teoria, foi possível justificar a idolatria a Maria, com base no seguinte dogma relatado pela Enciclopédia Católica New Advent: "O sujeito desta imunidade do pecado original é a pessoa de Maria, no momento da criação de sua alma e da infusão em seu corpo... A essência formal ativa do pecado original não foi removida de sua alma, como é removida dos outros pelo batismo, ela foi excluída, nunca esteve em sua alma. Simultaneamente à exclusão do pecado, o estado original de santidade, inocência, e justiça, em oposição ao pecado original, foi conferido sobre ela, através de tal dádiva toda mancha e culpa, todas as emoções depravadas, paixões, e debilidades, essencialmente pertinentes ao pecado original, foram excluídas. "Ou seja, a Maria católica teria nascido sem o pecado original. Isso começa a distanciá-la de qualquer outro ser humano. Evidentemente, isso contradiz a Bíblia, que afirma: "Todos pecaram e carecem da glória de Elohim." (Ruhomayah/Romanos 3:23) Mais adiante, veremos o porquê isso é importante para o endeusamento de Maria/Ishtar. Para que se tornasse a deusa dos homens, era também importante reforçar seu aspecto de intocável. Afinal, ela era a prometida dos demônios, ou melhor dizendo, dos deuses babilônios. Como poderia um mortal jamais tocá-la? A Enciclopédia Católica New Advent apresenta a solução: Yossef, ao contrário do que seria o costume de qualquer marido judeu, ou de qualquer casal judeu normal, jamais a teria tocado, mesmo após o nascimento de Yeshua: "Em conexão com o estudo de Maria durante a vida de nosso senhor, enfrentamos as questões da sua virgindade perpétua, de sua maternidade divina, e de sua santidade pessoal. "Isso contradiz frontalmente as Escrituras, que dizem: "E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Yeshua." (Matitiyahu/Mateus 1:25) Vemos aqui que, após o nascimento de Yeshua, Miriyam e Yossef formaram um casal absolutamente normal. Contudo, a Maria romana/Ishtar, com seus anseios de ser endeusada como Rainha dos Céus, não poderia estar acessível a um reles mortal. Com a teoria de que a semente humana seria, de alguma forma, algo imundo, um novo problema se estabeleceu: o Mashiach não poderia ter recebido, nem por meio de um milagre, qualquer semente humana. Isso gerou uma falsa premissa de que o Mashiach teria tido apenas uma mãe biológica, e não um pai biológico - nem mesmo por milagre. Repare que não estamos, em momento algum, dizendo que Mashiach não teria nascido de uma virgem. Muito pelo contrário, como vimos anteriormente, era absolutamente crucial que Mashiach nascesse de uma virgem, para que pudesse ser identificado sem qualquer controvérsia. Mas, o nascer de uma virgem jamais significou que necessariamente o Mashiach não teria um pai biológico. Acaso aquele que é poderoso o suficiente para fazer uma virgem conceber não seria poderoso o suficiente para nela colocar a semente de seu esposo sem que houvesse relação sexual? Contudo, essa tese não caberia nas pretensões de endeusamento do demônio feminino babilônio que desejava ser adorado como "rainha dos céus." O problema disso tudo é que, se o Mashiach tivesse nascido apenas de uma mãe, sem ter uma semente paterna, eis que Ele não seria um ser humano completo. Ou então, teria um DNA idêntico ao da mãe humana, o que também não seria possível. Satan concluiu mais uma parte de seu esquema: se Yeshua não foi um homem comum, então isso invalidaria qualquer tentação ou tribulação pela qual Ele passou. Quantas vezes você ouviu coisas como "Ah, mas Yeshua foi Yeshua, eu sou imperfeito." E o fato é que Yeshua teve a mesma natureza humana que nós. Essa distorção católica gerou aberrações terríveis. Citemos a duas delas como exemplo. A mais famosa talvez seja a do charlatão Ron Wyatt, um pretenso arqueólogo que fez alegações mirabolantes (nenhuma delas com evidências sólidas, evidentemente), tais como o ter encontrado a arca de Noach, e também o Aron HaBrit (Arca da Aliança.) Sobre ela, supostamente estaria o sangue de Yeshua. Wyatt chegou a alegar que testou o DNA do sangue encontrado na arca (!!!) e que o mesmo teria apenas metade dos cromossomos. Ou seja, Yeshua não teria o DNA de um ser humano normal. Em outras palavras, Yeshua não seria um ser humano normal. Outra alegação, mais recente, de um apóstolo auto-proclamado que afirmou que Yeshua não teria vindo em carne humana, mas sim em "carne celestial." A heresia gnóstica de que Yeshua teria apenas um "aspecto" humano, não sendo humano de fato, encontrou perfeito eco na teologia católica. Afinal, Yeshua seria filho de uma semi-deusa, e dela somente. Profetizando contra tais heresias, Yochanan o emissário escreveu: "Porque muitos enganadores saíram contra Ele no mundo, os quais não confessam que Yeshua HaMashiach veio em carne. Esse é o enganador, e o falso mashiach." (Yochanan Beit/2 João 1/7) Para o catolicismo romano, era essencial que se estabelecessem essas condições para o nascimento de Yeshua, de modo que Ele se tornasse totalmente dependente de Ishtar/Maria romana. Assim sendo, qualquer atributo celestial, isto é, Sua natureza enquanto Elohim, ao invés de ter vindo da Ruach HaKodesh (Espírito de Santidade) conforme diziam as Escrituras, se deveria a ela. Ficou, então, estabelecido, que Ishtar era a "mãe de deus." Ou seja, teria sido esse próprio demônio feminino babilônio quem teria dado vida a YHWH, e não o próprio YHWH que teria se feito presente por meio da Ruach HaKodesh. Dessa maneira, a Maria romana/Ishtar poderia concluir seu objetivo: tornava-se maior do que o próprio YHWH. De fato, hoje na religião romana, nenhum ser é mais adorado, idolatrado ou endeusado do que a deusa Ishtar/Maria romana. A rainha dos céus ainda precisaria estabelecer seu direito divino ao reinado. Isso foi facilmente realizado através do dogma católico de que o Jesus católico é rei porque recebeu a realeza de Ishtar/Maria romana. Assim sendo, se ele é rei, então ela é rainha. De fato, a Enciclopédia Católica New Advent estabelece este fato dizendo: "Se Maria não fosse de descendência davídica, seu Filho concebido pelo Espírito Santo não poderia ser da 'semente de David.'" O problema desse raciocínio é que, como tudo o que diz respeito ao reino de Satan, é completamente anti-bíblico. A semente, na Bíblia, sempre foi transmitida pelo homem, e é associada ao esperma. A Bíblia jamais utiliza o termo 'semente' para se referir à mulher. Na cultura primitiva, os antigos entendiam que o homem fornecia a semente, e a mulher era a terra fértil na qual a semente era depositada. Dessa forma, biblicamente, não é difícil vermos que o reinado era passado de pai para filho, e não de mãe para filho. Mesmo admitindo a hipótese de que, na ausência de outros herdeiros, o filho da filha do rei pudesse subir ao trono, não era o caso aqui, obviamente. O sacerdócio era passado de pai para filho. A pertinência tribal era passada de pai para filho. E o trono era passado de pai para filho. Assim sendo, a doutrina católica contraria a ordem bíblica. V - O Estrago Romano A conclusão do estrago de Roma, no processo de estabelecimento de sua deusa Ishtar/Maria, pode ser resumida no seguinte: • Leva o homem a crer que a culpa do pecado nasce com ele; • Elevou a mãe de Yeshua a uma pessoa sem pecado, negando as Escrituras; • Fez com que Yeshua devesse sua inocência não à Ruach, mas à sua mãe biológica; • Elevou o status da mãe de Yeshua para o de semi-deusa; • Fez com que Yeshua devesse sua Elohut não ao ser inerentemente YHWH, mas à sua mãe biológica; • Fez com que Yeshua devesse sua coroa não à semente de David, mas à sua mãe biológica; • Assim, estabeleceu que a mãe de Yeshua seria exaltada a "rainha dos céus"; • Levou os povos a adorá-la, colocando-a acima de YHWH; • Dessa maneira, reestabeleceu dentro de uma roupagem bíblica o culto a Ishtar; Tudo não passou de um plano diabólico para elevar Ishtar/Maria católica ao posto de praticamente responsável por tudo o que Yeshua era, é, e veio fazer. Não é à toa que Roma encontra quem diariamente pressione pela declaração de Ishtar/Maria católica seja elevada ao posto de co-redentora, ao lado do Jesus católico. Sobre isso, um de seus proponentes, Thomas Mary Sennot, afirma: ""Nossa Senhora é co-redentora da raça humana porque ela é mãe de dores. Ela se tornou nossa co-redentora aos pés da cruz através de sua participação na redenção de nosso senhor para nós pobres pecadores... Aos pés da cruz, nossa senhora também se tornou mãe da igreja. A membrezia naquela igreja fundada pelo seu filho, e submissão ao seu vicário, nosso santo pai o papa, é absolutamente necessário para salvação." Um artigo da Eternal World Television Network afirma: "No início dos anos 90, mais de seis milhões de assinaturas foram juntadas dos 148 países, incluindo a da Madre Teresa de Calcutá, do Cardeal John O'Connor de Nova Iorque, e 41 outros cardeais e 550 bispos, clamando ao Papa João Paulo II para usar a Infalibilidade Papal para declarar Maria como Mediadora e Co-Redentora. Em 8 de fevereiro de 2008, cinco cardeais católicos romanos fizeram uma petição pedindo ao Papa Bento XVI para declarar dogmaticamente a Bendita Virgem Maria como tanto Co-Redentora quanto Mediadora. E o movimento leigo chamado Vox Populi Mariae Mediatrici fornece petições que podem ser assinadas em larga escala pelos católicos romanos e enviadas ao papa para apoiar essa definição dogmática formal." O esquema de Satan foi extremamente bem-sucedido. Insatisfeitos em apenas idolatrarem Ishtar/Maria católica, seis milhões de católicos estão dispostos a darem o próximo passo na consolidação do seu trono como a definitiva Rainha dos Céus. VI - A Semente da Promessa A Bíblia contudo nos narra uma história completamente diferente. Nossa história começa com Avraham Avinu (Abraão, nosso patriarca.) Quando YHWH faz aliança com Avraham Avinu, a Torá relata o seguinte: "Disse mais Elohim a Avraham: Tu, porém, guardarás a minha aliança, tu, e a tua descendência depois de ti, nas suas gerações. Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós, e a tua semente [hebr. zerá] depois de ti: Que todo o homem entre vós será circuncidado. E circuncidareis a carne do vosso prepúcio; e isto será por sinal da aliança entre mim e vós. O filho de oito dias, pois, será circuncidado, todo o homem nas vossas gerações; o nascido na casa, e o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro, que não for da tua descendência. Com efeito será circuncidado o nascido em tua casa, e o comprado por teu dinheiro; e estará a minha aliança na vossa carne por aliança perpétua." (Bereshit/Gênesis 17:9-13) Para entendermos o significado da palavra zerá, vejamos um outro passuk (versículo) da Torá: "Também o homem, quando sair dele o sêmen [hebr. zerá] da cópula, toda a sua carne banhará com água, e será imundo até à tarde." (Vayicrá/Levítico 15:16) Aqui podemos ver claramente como a linguagem bíblica associa a semente/ descendência ao sêmen do homem. YHWH dá a Avraham a circuncisão como sinal da aliança. Por que? Justamente porque eram os homens que, através do sêmem, transmitiriam a semente da promessa. Obviamente que ao povo também se juntavam prosélitos, e muitas vezes também os filhos somente das mulheres eram contados junto ao povo, mas a questão aqui é a promessa de Avraham, e não a pertinência ou não ao povo. A b'rit milá (circuncisão) marca justamente o fato de que o homem passará a produzir semente para o Reino de YHWH. Outro trecho em que vemos isso está em Bereshit (Gênesis) 38:9: "Onan, porém, soube que esta semente [hebr. zerá] não havia de ser para ele; e aconteceu que, quando possuía a mulher de seu irmão, a derramava na terra, para não dar semente [hebr. zerá] a seu irmão." Repare que aqui a Torá usa intercambiavelmente a expressão zerá para se referir a semente e a descendência. Além disso, a própria pertinência a uma dada tribo era sempre relacionada à semente, e, por esta razão, à descendência patriarcal. A própria definição das tribos de Yisra'el era dada por esse meio. "E reuniram toda a congregação no primeiro dia do mês segundo, e declararam a sua descendência segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, cabeça por cabeça;" (Bamidbar/Números 1:18) E ainda:"Também estes subiram de Tel-Melah e Tel-Harsah, Cherub, Adan e Imer; porém não podiam relatar pela casa de seus pais, e sua semente [hebr. zerá], se eles eram de Yisra'el." (Ezra/Esdras 2:59) A Torá relata que os filhos de Ya'akov tinham irmãs. Pelo menos uma delas, Dinah, é mencionada pelo nome na narrativa de Bereshit (Gênesis) 34. No entanto, ninguém ouve falar de uma "tribo de Dinah", justamente porque a semente (zerá) era passada pelos filhos. Indubitavelmente, os filhos de Dinah eram contados junto à casa de Ya'akov, mas aqui falamos exclusivamente do assunto da passagem da promessa da aliança. Da mesma maneira, os cohanim (sacerdotes) deveriam ser sempre da semente de Aharon. "E estarão sobre Aharon e sobre seus filhos, quando entrarem na tenda da congregação, ou quando chegarem ao altar para ministrar no santuário, para que não levem iniqüidade e morram; isto será estatuto perpétuo para ele e para a sua semente [hebr. zerá] depois dele." (Shemot/Êxodo 28:43) Repare que os cohanim (sacerdotes) sempre foram, e o são até os dias de hoje, descendentes biológicos diretos de Aharon, por linhagem patriarcal ininterrupta. Nenhum filho de uma filha de Aharon poderia se tornar cohen, porque nele não estaria a semente (zerá) de Aharon. Isso pode, a princípio, soar machista para alguns, mas, na realidade, a mulher também tinha grande vantagem. Era praticamente impossível ao homem atingir um status social maior do que aquele em que havia nascido. Além disso, era impossível para qualquer homem comum que seus descendentes se tornassem nobres, ou cohanim (sacerdotes). Mas, para a mulher a coisa era diferente. Ela poderia dar à luz até mesmo a um rei, independente de sua classe social de origem, ou até mesmo de sua ancestralidade biológica. Sobre isso, James A. Sanders escreve: ""A mulher que produzisse filhos obtinha status considerável na família, até mesmo nobreza. De fato, se uma mulher estrangeira escrava concebesse filhos ao homem, adquiria grande status." VII - A Semente de David YHWH prometeu a David que Mashiach viria segundo a sua semente: "Agora, pois, assim dirás ao meu servo Davdi: Assim diz YHWH Tseva'ot: Eu te tomei da malhada, de detrás das ovelhas, para que fosses o soberano sobre o meu povo, sobre Yisra'el. E fui contigo, por onde quer que foste, e destruí a teus inimigos diante de ti; e fiz grande o teu nome, como o nome dos grandes que há na terra. E prepararei lugar para o meu povo, para Israel, e o plantarei, para que habite no seu lugar, e não mais seja removido, e nunca mais os filhos da perversidade o aflijam, como dantes, e desde o dia em que mandei que houvesse juízes sobre o meu povo Israel; a ti, porém, te dei descanso de todos os teus inimigos; também YHWH te faz saber que te fará casa. Quando teus dias forem completos, e vieres a dormir com teus pais, então farei levantar depois de ti um dentre a tua semente [hebr. zerá], o qual sairá das tuas entranhas, e estabelecerei o seu reino. Este edificará uma casa ao meu nome, e confirmarei o trono do seu reino para sempre." (Sh'mu'el Beit/2 Samuel 7:14) As próprias Escrituras também esclarecem que a linhagem da semente de David é, de fato, patriarcal: "Porque assim diz YHWH: Nunca faltará a David homem que se assente sobre o trono da casa de Israel." (Yirmiyahu 33:17) VIII - O Testemunho dos Escritos Nazarenos Também é fato que os Escritos Nazarenos contrariam a teologia católica, e profetizam que Mashiach teria que ser levantado a partir da semente de David. No aramaico, temos a palavra "zará", cuja raíz léxica é exatamente a mesma da palavra hebraica "zerá", e também significa semente, no sentido biológico da coisa. Em Yochanan (João) 7:42, vemos no aramaico:"la hoa k'taba emar d'men zareh d'Dawid u'men Beit-Lechem k'rita d'ileh d'Dawid ateh Meshicha" Analisando, palavra a palavra, temos:
Aramaico (transliterado) Português La Não Hoa É K'taba Escrituras Emar Dito D'men Que da Zareh Semente (dele) D'Dawid De David U'men E de Beit-Lechem Beit-Lechem K'rita Cidade D'ileh Do próprio D'Dawid De David Ateh Vindo Meshicha Mashiach De forma ordenada, o passuk (versículo) diz: "Não é dito nas Escrituras que da semente de David, e de Beit Lechem, cidade do próprio David, é vindo o Mashiach?" Ou seja, Yeshua tem um pai biológico que é descendente de David, pois essa seria, como vimos anteriormente, a única forma dEle ser descendente de David. Há ainda um testemunho semelhante da parte de Rav. Sha'ul (Paulo) em Timoteus Beit/2 Timóteo 2:8, que diz: "et'daker l'Yeshua Meshicha d'kam men beit miyte ho d'itohi men zara d'Dawid aik basbarta d'iyli"
Aramaico (transliterado) Português Et'daker Lembra L'Yeshua De Yeshua Meshicha Mashiach D'kam Que levantou Men Da Beit Casa Miyte Mortos Ho Quem/O Qual D'itohi Que é Men Da (sentido de origem) Zara Semente D'Dawid De David Aik Segundo Basbarta Boas Novas D'iyli Minhas próprias De forma ordenada, o passuk (versículo) diz:"Lembra-te de Yeshua HaMashiach, que levantou da morada dos mortos, O qual veio da semente de David segundo as minhas próprias boas novas." Rav. Sha'ul (Paulo) vai além, e afirma que Yeshua é, segundo a carne (isto é, de forma bem literal) descendente da semente da Casa de David. Ruhomayah/Romanos 1:3, no aramaico, diz:"al bereh ho detiyled b'absar men zara d'beit Dawid" Analisando, palavra a palavra, temos:
Aramaico Português Al Acerca do Bereh Filho (dEle) Ho Quem/O Qual Detiyled Gerado B'absar Na carne Men Da (sentido de origem) Zara Semente D'Beit Da casa Dawid David De forma ordenada, o passuk (versículo) diz: “Acerca de Seu Filho, o qual foi gerado na carne a partir da semente da Casa de David." Novamente, isto só seria possível de uma forma: Yossef não é, ao contrário do que afirmam os católicos, pai adotivo de Yeshua. Yossef é o pai biológico de Yeshua. E isso não invalida nem nega o nascimento virginal. IX - 100% Homem, 100% YHWH As Escrituras afirmam que Yeshua era 100% YHWH: "No princípio era a Palavra. E Aquela Palavra estava com Elohim. E Elohim era aquela Palavra." (Yochanan/João 1:1) E ainda: "Porque nele habita corporalmente toda a plenitude de Elohim." (Colossayah/Colossenses 2:9) Contudo, ao mesmo tempo, Yeshua era 100% homem. Não um ser celestial travestido de homem, mas 100% homem, como nós: "Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Elohim, e o dom pela graça, que é de um só homem, Yeshua HaMashiach, abundou sobre muitos." (Ruhomayah/Romanos 5:15) "Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem." (Curintayah Alef/1 Coríntios 15:21) "Porque há um só Elohim, e um só Mediador entre Elohim e os homens, o homem Yeshua HaMashiach." (Timoteus Alef/I Timótio 2:5) Ao contrário do que tentou alegar Ron Wyatt, um ser humano não possui apenas metade de seu código genético. De alguma forma, YHWH proveu a outra metada, a "semente", por assim dizer, que gerou Yeshua. Essa semente, conforme atestam as Escrituras, foi a semente da casa de David! X - A Questão Genealógica Uma prova de que, de fato, Yeshua recebeu a semente da Casa de David está no fato de que Matitiyahu e Lucas relatam genealogias diferentes para Yeshua. Compare ambas as genealogias. Enquanto Matitiyahu traz a genealogia de David por meio de seu filho Shlomo (Salomão), Lucas traz uma genealogia através de seu filho Natan. E os nomes que vêm após Shlomo e Natan também são completamente diferente. É fato mais do que comprovado, portanto, que as genealogias de Matitiyahu (Mateus) e Lucas se referem uma a Miriyam e a outra a Yossef. Existe alguma controvérsia acerca de qual delas se refere a quem. Nossa posição a esse respeito pode ser lida em nosso artigo "A Genealogia de Yeshua." Mas, para este presente estudo, o que importa é o fato de que a presença de duas genealogias distintas indica que tanto o pai quanto a mãe de Yeshua estão sendo considerados. Se Yossef fosse pai adotivo de Yeshua, de nada importaria os Escritos Nazarenos trazerem a genealogia dele. Afinal, um filho adotivo dentro do Judaísmo não "herda" as características da família a qual foi adotado. De fato, esse é um dos argumentos mais comuns dentre os chamados anti-missionários. XI - Decorrências Teológicas Alguém poderia se perguntar: Quais são as decorrências teológicas disso? Enfim, o que muda com a conclusão de que a Ruach HaKodesh inseminou Miriyam com a semente de Yossef, isto é, a semente da Casa de David, conforme atestam as Escrituras? Para o Catolicismo Romano, todo o sistema religioso de Ishtar cai por terra, pois se Yeshua é biologicamente filho de Yossef (embora ainda de forma miraculosa), cai por terra qualquer tentativa de fazer com que Ishtar/Maria romana seja inatingível, inalcançável, destituída de pecado, uma verdadeira semi-deusa. Também põe por terra qualquer tentativa de fazer dela a "Rainha dos Céus "De fato Miriyam era uma princesa da Casa de David, assim como Yossef, seu esposo, era um príncipe também da Casa de David. Contudo, eles são pais do aspecto humano de Yeshua, e não podem ser considerados "pais de YHWH." Para nós netsarim (nazarenos), esta revelação não altera em absoluto o fato de que Yeshua é YHWH feito carne, com dupla-natureza: uma humana, e outra de YHWH. Também em nada muda seu aspecto como Mashiach. Contudo, com esse conhecimento, somos capazes de colocar por terra qualquer acusação por parte dos chamados anti-missionários de que Yeshua não poderia ser da tribo de Yehudá, ou mesmo descendente de David HaMelech (o rei David) por não ter dele recebido semente. Vemos claramente que Yeshua recebeu sim a semente da Casa de David. A revelação deste mistério só faz confirmar ainda mais que Yeshua é YHWH feito carne, nascido não de semi-deuses, mas sim de uma mulher comum, pecadora como nós, bem como da semente de um homem comum. A virgindade de Miriyam não implica na inexistência de uma semente. O nascimento de Yeshua foi sobrenatural, mas sua natureza humana foi exatamente como a nossa.
Halleluyah(Louvado seja Yahwéh-Yarrué) Postado por: Yochanan Fonseca
"Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe" (Salm 51:5).
Não penso que foi um infortúnio e nem um privilegio de Davi ter sido formado em iniquidade, na barriga da sua mãe e nem ter sido concebido em pecado de Jessé.
O sexo não foi a maneira original da criação. A multiplicação através do sexo não faz parte da vontade perfeita e Deus e sim da Sua vontade permissiva.
É aí que temos de voltar ao Eden e entendermos o que aconteceu lá.
Por isso Davi disse que tinha sido concebido em pecado e formado em iniquidade.
Então, se Jesus teve por pai a José e Maria concebeu de José, Jesus também teria sido concebido em pecado e formado em iniquidade.
"Por isso, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, Mas corpo me preparaste (Heb. 10:5).
Disse ainda o Apóstolo Paulo: "Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue"(Atos 20:28).
Não se trata de defender a virgindade de Maria para se hamonizar com as crenças romanas e nem de outros pagãos.
Quando Deus "fêz sombra em Maria", o que aconteceu ali foi que Deus estava preparando um corpo para Sí.
Por que? Porque "O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens" (Atos 17:24).
Com isso podemos afirmar que nem sequer o óvulo necessário para a formação do corpo era de Maria. Maria foi tão somente uma incubadora, pois de alguma forma o Emanuel tinha de vir em carne, para que na carne vencesse o pecado, a morte e o inferno.
"Assim também Cristo não se glorificou a si mesmo, para se fazer sumo sacerdote, mas aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, Hoje te gerei (Heb. 5:7).
"Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação" (Heb. 9:11).
Por isso entendo que Jessus não era judeu segundo a carne. Jesus foi Emanuel e isto está acima da questão étnica.
O primeiro Adão foi criado e formado por Deus. Da mesma forma o segundo Adão foi criado e formado por Deus.
De qualquer forma achei muito interessante o estudo que você postou sobre a idolatria a Maria.